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A CANÇÃO DAS EMPRESAS  

 

É um ditado: ''Quem vive para música, vive intensamente''. Um processo a parte, construído num estado de entrega total. Podemos até mesmo dizer que o músico é um vendedor de emoção. Sim, um vendedor de emoção! Afinal, todo seu processo tem como objetivo - desaguar em milhares de pessoas e tocá-las de alguma maneira por sua obra.

Por analogia, assim como um bom vendedor precisa conhecer o produto ou serviço que vende, o músico precisa conhecer profundamente sua arte. Isso leva tempo, requer perseverança, disciplina e dedicação. Quanto mais ele dominar o processo musical, mais completo se torna, com uma tendência a encantar cada vez mais um número maior de fãs. Isso não seria o mesmo que aumentar o nicho de mercado/aumentar o número de clientes?

Mais ainda, se o vendedor precisa de carisma, o músico precisa de presença de palco. Se o vendedor tem que ter foco, o músico tem que definir seu estilo musical e se concentrar nele para obter sempre um melhor resultado. E se ainda assim, este estilo não agradar ao público, ele tem que ser flexível, se empenhando com muita dedicação para voltar a encantar seus fãs. Qualquer semelhança com o mundo das vendas não é pura coincidência.

Da mesma forma que muitos músicos compõem uma banda ou uma orquestra e muitas notas compõem um acorde; muitos vendedores formam uma equipe, e muitas vendas compõem metas para uma empresa. Bandas... Equipes... Empresas... Bom, agora estamos falando de processos mais complexos, no entanto, muito semelhantes.

Vale lembrar, que os grupos musicais querem fazer sucesso, e as empresas querem ser lucrativas. E as semelhanças não param por aí. Se as bandas precisam estar afinadas, com todos os arranjos e acordes escolhidos para um repertório - haja ensaio! As empresas precisam de equipes de vendas, sinérgicas, de comunicação efetiva, de planejamento e processos internos de boa qualidade - haja treinamento! O difícil mesmo é manter constantemente a harmonia ou a sinergia, principalmente se estivermos falando de orquestras ou de grandes equipes de vendas.

Acordes de mais de três notas, se tornam acordes dissonantes e exigem muita afinação para que o resultado agrade a quem escuta. Nas empresas também acontece o mesmo, quanto mais profissionais envolvidos nos processos, mais cuidados com a afinação (sinergia) deve-se ter, sob o risco de que a canção final traduza corretamente as estratégias que formam as competências da companhia.

Bons músicos estão sempre em busca da melhor canção; bons vendedores, do melhor negócio. Esta analogia nos mostra que, assim como na música, um grande negócio vale por muitos menores, porque uma boa música, também vale por muitas outras.

Portanto, se nas empresas todos tocarem os acordes de maneira afinada conforme a composição (estratégia) lançada, o sucesso será uma conseqüência natural.

Portanto, Criemos nossa própria orquestra e lancemos boas canções!

Daniel Lascani


 




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