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RAPPORT QUÂNTICO



O termo Rapport (relacionamento), que é uma palavra de origem francesa, vem sendo cada vez mais praticado e reconhecido nas relações humanas, de um modo geral.

Na medida em que se é estudado e, conceitualmente, aprofundado, descobrem-se novas óticas e formatos.

Em uma ótica psicológica, por exemplo, Rapport significa um bom entrosamento e uma boa identificação entre duas pessoas ou entre um grupo, e que se desenvolve, podendo se aprofundar bastante, e engendrar fenômenos como os da Cocriação e do Rapport de Alma.

Estas mensurações, de caráter empírico, ocorrem frequentemente nas relações humanas, tanto pessoais quanto profissionais, como, por exemplo, entre equipes comerciais, em processos de coaching, e, também, entre marido e esposa.

Vivenciar o Rapport é como dançar valsa em um mesmo ritmo e sintonia com quem nos relacionamos. Neste contexto, no campo científico, troca-se, literalmente, energia, e estas vibrações unem-se em apenas uma. Já, em um contexto psicológico, consentimos plenamente a realidade do outro, no sentido gramatical do verbo consentir, que é o de: ‘’sentir com’’. Tão logo: “sentir com o outro’’.

Conforme esta descrição acima, dentre diversas análises, no campo da psicologia, o Rapport também pode ser analisado nos estudos da física, principalmente, nos da mecânica quântica.

Se observarmos estes fenômenos, que são identificados em nossa dimensão psicológica, e subtrairmos este mesmo cenário de emoções para o campo da física quântica, veremos que o Rapport é uma harmonização de energias, entre duas ou mais pessoas.

Se o universo subatômico é um grande oceano de energia, e a energia é um composto de frequência, velocidade e vibração, isto significa que estar em Rapport com alguém é encontrar-se na mesma frequência, velocidade e vibração que esta pessoa, ou pelo menos é estar com tais sinais eletromagnéticos bem próximos de uma escala bilateral, com linhas de ressonância idênticas uma à outra.

Em outras palavras, se plugarmos eletrodos, por exemplo, em duas pessoas, como em um casal apaixonado; em dois sócios empresariais bem-sucedidos; ou em qualquer dupla ou grupo de seres humanos que mantenham relações emocionalmente verdadeiras, veremos que, nestes casos, tais pessoas estarão com suas frequências, velocidades e vibrações niveladas. Neste sentido, o Rapport é uma confirmação da veracidade das relações humanas.

Outrossim, diversas pesquisas realizadas, no campo física, sobre emaranhamento quântico, por exemplo, já demonstraram reações de sinapses neurais idênticas em casais que estavam em salas separadas. Neste caso, os casais que foram testados em salas separas tiveram os mesmos reflexos, mesmo quando apenas uma deles recebia um determinado impulso.

Portanto, este teste mencionado acima, demonstra que duas pessoas com um forte Rapport estabelecido, mesmo quando separadas, permanecem conectadas. Basta que se relacionem de forma verdadeira. Se a relação for verdadeiramente boa, a energia emaranhada será boa; se a relação for verdadeiramente ruim, a energia também será ruim.

Nos campos físico e psicológico tudo é um mesmo fenômeno. E tudo é psicossomático, tanto as coisas boas quanto as ruins.

Boas relações nos trazem boas emoções (psicologia) e boas vibrações (física). Naturalmente, esta análise bilateral, refere-se a um rapport quântico, ou a um rapport de alma, conforme muitas vezes o conceito é mencionado, metaforicamente, em casos de relações em que há uma identifiação profunda, tais como, no campo pessoal, entre um pai e um filho; ou no profissional, entre um psicólogo e um paciente ou entre um coaching e um coachee.

Na psicologia e na esfera social, podemos afirmar que Rapport, em uma visão macroscópica, é representado pelo o olhar, pela fala, pelo gesto, pela concordância, sobretudo, pela troca e identificação de sinais, símbolos e signos linguísticos, que nos orientam a nos relacionar em maior harmonia com outro ser humano. Por estas razões que o Rapport é tema constante dos estudos da neurolinguística.

Já, na física, e em uma visão microscópica, estas mesmas descrições mencionadas acima no campo macro, se minimizam, em uma combinação de partículas subatômicas, que se encontram na mesma frequência, velocidade e vibração, sempre que estamos em relação com outro ser humano.

Quando tais partículas se encontram nesses micros estágios energéticos, se potencializam e se propagam. Ou seja, quando duas pessoas se encontram na mesma frequência, velocidade e vibração, esta relação ganha força no campo eletromagnético.

Por analogia, em uma ótica biológica, podemos chamar este fenômeno descrito, de osmose, ou mesmo, de simbiose. No coaching e na psicologia positiva, por exemplo,, podemos chamar de cocriação. Pois somos energia com consciência, e que se propaga coletivamente.

Com base nestas considerações, podemos identificar de forma cientifica o conceito de rapport quântico, que consiste na ambivalência do estudo consagrado do Rapport, analisado intrinsecamente na ótica da física quântica.

Na prática, nos relacionemos, de forma consciente, com pessoas, lugares e negócios que estejam em harmonia com nossa energia (frequência, velocidade e vibração).

Contudo, um bom Rapport!

Daniel Lascani


 


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